Plano de Investimentos: será que ainda há tempo para implantar o plano de investimento em 2022?

Estamos vivenciando dias difíceis na economia global, sendo a inflação galopante e a taxa de juros exorbitante os maiores vilões que impedem o crescimento dos negócios em todo mundo.

Tivemos um recuo da pandemia e com ele muitos empresários começaram a fazer planos de retomada do crescimento, e para isso um bom plano de investimento, estruturado de maneira consciente pode ajudar e muito no alcance das metas das empresas.

A importância do plano de investimentos

Todo investimento deve ter sua efetividade analisada com indicadores de mercado, ou seja, o retorno sobre o investimento, além de mensurado, deve ser perseguido por qualquer empresa que disponibiliza ou capta recursos para viabilizar o crescimento dos negócios.

Com o atual cenário econômico, o qual deve perdurar no mínimo até final de 2023, o empresário deve revisitar seu plano de investimento e verificar se ele ainda continua atrativo, se ainda será possível alcançar as metas mesmo com a possível retração do mercado e as elevadas taxas de juros. Essa análise é fundamental para que o investimento mantenha acesa a expectativa de bons resultados nos negócios.

Ainda há tempo para implantar o plano de investimentos neste ano?

Se a análise apontar para a continuidade do investimento e que, mesmo diante das incertezas do mercado, pode melhorar o desempenho do negócio, então não resta dúvida de que a empresa deve seguir o plano. No entanto, se o momento atual estiver prejudicando os negócios e não houver expectativa de mudança a curto prazo mesmo com os investimentos, é importante que a empresa repense suas estratégias e até, se for o caso, faça mudanças no plano de investimento se adequando até entender que o momento difícil está passando e aí poder retomar os investimentos.

Por outro lado, sabemos que momentos de crise também são momentos de oportunidades, o que o empresário não pode ter é medo e paralisia diante dessas situações, assim como deve manter a visão de médio e longo alcance, pois todos sabemos que esta não foi a primeira e nem será a última crise a enfrentarmos não é mesmo?

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